Peças para o próximo leilão

151 Itens encontrados

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  • Paul Lemasson (França, 1897-1971). CENA URBANA DE INVERNO. Óleo sobre eucatex. 21 x 27 cm (mi); 33 x 40 cm (me). Assinado Paul Lemasson J. (cid). Pintura íntegra. Algumas perdas na moldura, posivelmente original. Lemasson foi aluno das escolas de Belas Artes de Nantes e Paris. Estudou com os mestres Cormon, Pierre Laurens e Baudouin. Expôs nos salões franceses de 1934 e 1969. Sua obra se caracteriza por uma pintura vibrante, de cores vivas, salpicada de pequenos personagens, à maneira dos mestres flamengos, como Bruegel.
  • Nicola Antonio Facchinetti (Italia, 1824 - Rio de Janeiro, 1900). PEDRA DE ICARAHY E ITAPUCA. 1889. Óleo sobre madeira. 20 x 35 cm. Assinado N Facchinetti 1889 (cid). Moldura sem contato com a obra. No verso: Pedra de Icarahy e Itapuca - Quadro pintado fielmente do natural em Maio de 1889, de encommenda do Ilmo. Capão Carlos Burgues! (effeito da tarde) Nota do autor - Nicolao Facchinetti / Etiqueta de AFFONSO NUNES LEILOEIRO PUBLICO N. 147 (?). Nota do organizador, 1: O Capitão Carlos Burgués, nascido Charles Gallopol Burguès no Rio de Janeiro em 1831, estabeleceu-se na região de Nova Friburgo como comerciante e cafeicultor; Nota do organizador, 2: Affonso Nunes foi um leiloeiro ativo no Rio de Janeiro em meados de século XX.
  • Milton Ribeiro (1922-2014). O PEQUENO ARQUITETO COM CIRCO. 1986. Óleo sobre tela. 54 x 73 cm (mi); 65 x 83,5 cm (me). Titulado, assinado, datado e localizado no verso. Sobre o artista: Milton Martins Ribeiro formou-se na Escola Nacional de Belas Artes. Participou do Grupo dos Dissidentes (1942), junto com Alfredo Ceschiatti, Francisco Bologna e Maurício Roberto; frequentou o ateliê de Portinari, de quem absorveu muito da estética expressionista que lhe valeu uma menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes de 1943 e medalhas de bronze nas edições de 1944 e 1945. Em 1943, integrou o Grupo Guignard, conhecido como Nova Flor do Abacate. Em 1948, ganhou nova menção honrosa no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1950, estudou artes gráficas no Collège Technique Estienne, em Paris, e pintura com André Lhote, o mais bem reputado professor de pintura do pós-guerra na Europa. Participou ativamente da criação do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, tendo sido assistente de Edith Behring  entre 1960 e 1961. Foi professor da Escola de Belas Artes, da ESDI, da PUC-RJ, do SENAI, além da Universidade de Brasília. Em 1985, participou da criação do MAB - Museu de Arte de Brasília. Ao longo de sua extensa carreira, entre 1942 e 2004, Milton Ribeiro realizou dezenas de exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Sua obra é verbete na Enciclopédia Itaú Cultural, na Enciclopédia Delta Larousse, no Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos e no Dicionário Crítico da Pintura no Brasil e está presente em importantes coleções públicas e privadas, como as do Museu Nacional de Belas Artes, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Museu de Arte do Rio e do Museu de Arte de Brasília, entre outros. Sobre a obra: Titulado, assinado, datado e localizado no verso. Inspirada no brinquedo infantil, O Pequeno Arquiteto é a série mais longa da alentada obra do modernista Milton Ribeiro e se constitui na sua principal e mais duradoura pesquisa estética. Iniciada ainda na década de 1960, combina o rigor geométrico com uma grande riqueza cromática. Essas duas obras em questão fazem parte do segmento mais elaborado cromaticamente da série, quando o pintor incorporou outros elementos lúdicos como, no caso presente, o circo."
  • Jorge de la Vega (Argentina, 1930-1971). SEM TÍTULO. 1967. Nanquim sobre papel. 43 x 34 cm. Assinado de la Vega 67 (cie). Sem moldura. Juntamente com os três demais intregrantes do grupo então batizado "Otra Figuracion" - Ernesto Deira, Luiz Felipe Noé e Rômulo Macció -, Jorge de la Vega expôs em 1963 na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro. O grupo retornou à cidade, desta feita no MAM, para nova exposição, em meados de 1965, anterior portanto à exposição nacional Opinião 65, sobre a qual exerceram forte influência, acabando por estender essa influência sobre toda a pintura moderna brasileira dos anos seguintes - leia-se Nova Figuração Brasileira. Multiartista, de la Vega está representado em diversas coleções particulares e museus pelo mundo, com destaque para o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). Raridade.
  • José Pancetti (Campinas/SP, 1902 - Rio de Janeiro/RJ, 1958). CRIANÇAS NA RUA. Sem data. Carvão e pastel sobre papel. 40 x 30 cm. Assinado J. Pancetti (cid). No verso: etiqueta do moldureiro Jaime Vilaseca + etiqueta com o nome Florinda. Trabalho rápido e espontâneo, que bem denuncia o traço inconfundível do artista.
  • Milton Ribeiro (1922-2014). O PEQUENO ARQUITETO #10 - IMPLOSÃO. 1992. Óleo sobre tela. 100 x 80 cm (mi); 113 x 94 cm (me). Assinado e datado Milton Ribeiro 92 (cid). Titulado, assinado e datado no verso. Sobre a obra: Titulado, assinado, datado e localizado no verso. Inspirada no brinquedo infantil, O Pequeno Arquiteto é a série mais longa da alentada obra do modernista Milton Ribeiro e se constitui na sua principal e mais duradoura pesquisa estética. Iniciada ainda na década de 1960, combina o rigor geométrico com uma grande riqueza cromática. Essas duas obras em questão fazem parte do segmento mais elaborado cromaticamente da série, quando o pintor incorporou outros elementos lúdicos como, no caso presente, o circo.
  • Brasil, século XIX, possivelmente. Estação ou passo de via sacra provavelmente originário de igreja. Madeira recortada, dourada e policromada. Altura = 57 cm. Cartela emoldurada por volutas e encimada por penacho. A cena central traz, muito indistintamente, algumas figuras humanas, o que lhe sugere extensa antiguidade. Raridade.
  • Brasil, século XIX. Estação ou passo de via sacra originário de igreja. Trata-se do número IV, intitulado "Encontro de Jesus com sua Mãe Santíssima". Altura = 52 cm; base = 39 cm; profundidade = 6 cm. Gesso policromado. Em ótimo estado de conservação. Raridade!
  • Africa Negra, século XX. ESTATUETA-RELICÁRIO BAKONGO. Escultura em madeira entalhada e patinada, com olhos de vidro, pregos, corda de tecido e espelho. Altura total = 37 cm. Congos ou bacongo é um grupo étnico banto que vive numa larga faixa ao longo da costa atlântica da África, desde o Sul do Gabão até as províncias angolanas do Zaire e do Uíge, passando pela República do Congo, pelo enclave de Cabinda e pela República Democrática do Congo. Em Angola são o terceiro maior grupo étnico (fonte: Wikipedia).
  • Africa, século XX. MARIDO ANCESTRAL BLOLO BIAN. Excepcional escultura da etnia Baulê, Costa do Marfim. Madeira patinada, com escarificações na barriga e nas costas. Tanga em tecido. Base em madeira. Altura = 46 cm (com a base). Antiga infestação de insetos, já tratada e sem comprometer a integridade da peça. A escultura dos Baulê obteve enorme aceitação no mundo ocidental e hoje sua obra está presente nos maiores museus do mundo.
  • Peru, cultura Chimu (séculos X a XV). Excepcional máscara ritual pré-colombiana em metal repuxado (liga de cobre). 49 x 42 cm. Protegida em caixa acrílica. Participou da Grande Exposição de Arte Pré-colombiana realizada em 1985. Origem: Galeria Luiz Buarque de Hollanda e Paulo Bittencourt, na Rua das Palmeiras, 19, Rio de Janeiro/RJ, ativa na cidade nos anos 1970. Atenção: esta peça não pode ser despachada pelos Correios.
  • Manoel Santiago (1897-1987). PALETA DO PINTOR. 1984. Pintura sobre paleta de cedro. Assinada Manoel Santiago (cid e verso). 32,5 x 44 cm (a paleta); 70 x 84,5 cm (a peça). Passe-partout manchado. Acompanha declaração de autenticidade assinada pelo artista e foto do artista junto ao quadro. Raridade deste grande artista, "o maior pintor do Brasil", como a ele se referia o pintor Di Cavalcanti.
  • Brasil, século XVIII-XIX. SANTA LUZIA. Excepcional imagem erudita de oratório em madeira acompanhada de resplendor e taça, ambos em prata. Olhos confeccionados em vidro. Destaque para a graciosidade do panejamento e a rica e elaborada policromia. A taça que lhe vai à mão direita contém dois olhos, também de vidro, atributo maior de Santa Luzia. Na mão esquerda devia portar a palma, símbolo de seu martírio. Altura da santa: 32 cm. Altura do resplendor de prata: 8 cm. Altura do conjunto: 40 cm. Em perfeito estado de conservação.
  • Jacques Lipchitz. (1891-1973). DER MYTHOS VOM LAOKOON (OU O MITO DE LAOCOONTE). Belíssima escultura em bronze do grande escultor moderno Jacques Lipchitz. O bronze está assentado sobre uma base de madeira (carvalho). Altura do bronze = 62 cm. Altura da base de madeira = 8 cm. Altura total = 70 cm. Placa de identificação colada na base de madeira. Assinada no bronze. Raridade. Não pode ser encaminhada pelos Correios.
  • Armando Balloni (1901-1969). PAISAGEM COM CASA. 1947. Óleo sobre tela. 50,5 x 61,5 cm (mi); 75,5 x 86,5 cm (me). Assinado A. Balloni XLVII (cie). Moldura contém placa identificadora de metal com a inscrição ARMANDO BALLONI. Em perfeito estado de conservação. Excelente oportunidade para colecionadores e admiradores deste artista tão identificado com a cidade de São Paulo.
  • Nelson Leirner (1932-2020). NELSON LEIRNER X MONA LISA. 2004. Pendant de obra de arte e almofada. Tecido impresso revestido por espuma emoldurado por moldura de papelão impressa. 38 x 48 cm, todo o conjunto. Assinado e datado no verso da almofada Nelson Leirner 1999 + 5. Na obra, com a irreverência que sempre caracterizou seu trabalho, Leirner sugere três usos para a peça: pendurado na parede, decorando a poltrona ou servindo de cama para o cachorro (conforme ilustrado).
  • Marcelo Grassmann (1925-2013). SEM TÍTULO. Sem data. Aguada de nanquim sore papel. 50 x 64 cm (mi); 64 x 79 cm (me). Assinado M. Grassmann (cid). Emoldurado pela Artinvest. Pode ser facilmente desmontado e remontado. Moldura, vidro e passe-partout novos. Raridade.
  • Minas Gerais, século XVIII. Raríssimo oratório de alcova dito lapinha em madeira recortada e policromada. Altura = 50 cm. O coroamento em volutas foi colado.
  • Africa, século XX. Excepcional máscara-escultura tribal africana em forma de antílope macho, representação animal do deus da colheita Tyi wara kun nas comunidades tribais da cultura Bambara, da região de Ségou, na República do Mali. Madeira, placas de metal, miçangas e búzios. Altura = 122 cm (com a base). Falta a ponta do chifre direito. Raridade. Não pode ser enviada pelos Correios.
  • Carlos Anesi (Argentina, 1945 - Rio de Janeiro/RJ, 2010). NATUREZA MORTA. Óleo sobre eucatex. 39 x 36 cm (mi); 66 x 74 cm (me). Monograma do artista no cie.

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