Peças para o próximo leilão

80 Itens encontrados

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  • Inocêncio da Costa Nick, dito Mestre Noza (1897-1984). SÃO FRANCISCO. Escultura em madeira. Altura = 15 cm. Assinada M. NOZA. Em ótimo estado de conservação. Esta peça se encontra na propriedade de uma mesma família carioca desde a década de 1960. Raridade.
  • Johan Pillar (1870-1930). Viena, Austria, 1900 C. Excepcional, rara e belíssima jarra art nouveau em cerâmica policromada no tom verde e arrematada lateralmente por figura alegórica feminina. Altura = 33 cm. Assinada JOHANN PILLAR (1870-1930) no fundo, além de outras inscrições (Made in Austria, numeração etc). Altura= 34 cm. Peça colada. Requer restauração profissional.
  • André Hunebelle (França, 1896-1985). Belíssimo, raro e centenário vaso art déco francês em vidro jateado. 1925 C. Altura = 31 cm. Assinado no vidro A. HUNEBELLE. Base em metal prateado. Sobre o artista: André Hunebelle foi um mestre vidreiro e cineasta francês nascido em Meudon em 1896 e falecido em Nice em 1985. Após estudar na Escola Politécnica, escolheu as profissões de decorador, designer e mestre vidreiro. Apaixonou-se pela fabricação de vidro entre os anos 1920 e 1930. Entre 1927 e 1931, produziu peças em vidro vendidas em sua loja na Avenida Champs-Elysées, em Paris. Ficou sobretudo conhecido graças aos traços marcantes, todavia elegantes e únicos, de suas peças, expostas em sua luxuosa loja, atualmente extinta. A ele se deve um sem-número de modelos de vasos, taças e luminárias de composição rigorosamente geométrica, originais e de uma fatura pura, sempre fabricadas na cidade de Choisy-le-Roi.
  • Flavio Shiró Tanaka (1928). COMPOSIÇÃO. 1971. Técnica mista sobre papel. 36 x 27 cm (mi); 52 x 42 cm (me). Assinado no cid. Assinado e datado no verso, conforme imagem. Emoldurado com proteção de vidro. Vidro contém arranhão. Montagem moderna, de fácil desmontagem.
  • República Democrática do Congo (antigo Zaire), 1960 C. FETICHE MBANGU. Madeira recortada e policromada, sementes, cordas e pigmentos naturais. Altura = 36 cm. Excepcional estatueta da etnia Pende vestindo máscara da Doença. A figura se caracteriza pela oposição entre o branco e o preto que dividem a face e pela distorção das características faciais com destaque para o nariz e a boca. O branco, símbolo dos espíritos dos mortos, representa neste caso a esperança da cura da doença. O preto representa a doença que vai destruindo o ser humano ao longo da vida. A combinação das duas cores simboliza esta luta. É muito raro encontrar na Africa uma obra de arte que represente um indivíduo assolado por qualquer enfermidade ou doença. Acredita-se que a doença, frequentemente entendida como uma punição, surge como uma reação contra um ato ofensivo aos espíritos dos ancestrais. Assim, muitos desses objetos que representam a doença são empregados para instruir a comunidade e para se precaver de comportamentos destrutivos dentro da comunidade. As máscaras, em especial, são utilizadas nos rituais de dança para ensinar ou ratificar aos membros da comunidade sobre regras e responsabilidades. Diversos artefatos das etnias Pende, no Congo, e Ibibio, na Nigéria, sugerem esta conexão entre a doença e os valores morais. A doença também é atribuída à feitiçaria. Acredita-se que os feiticeiros são capazes de despertar forças malignas contra determinados indivíduos, famílias ou comunidades, frequentemente na forma de distúrbios físicos ou mentais. Em contraste com aquelas esculturas que trazem um ideal de saúde, outras estatuetas e máscaras trazem uma variedade de deformidades físicas causadas pela doença e pelo desequilíbrio mental. O fetiche Mbangu é uma variação da representação de um caçador altamente respeitado que foi acometido de paralisia facial. Ele demonstra como mesmo o mais estimado e respeitado membro da comunidade pode ser inesperadamente acometido pela doença. Nesse caso, os Pende acreditam que o indivíduo foi vítima de feitiçaria, encomendada por um rival invejoso que lhe infligiu a doença. Esta máscara ensina os membros Pende sobre a vantagem do bom comportamento e sobre as armadilhas tramadas por aqueles indivíduos moralmente afetados. Esta mesma peça esteve recentemente à venda no site worthpoint.com, em https://www.worthpoint.com/worthopedia/african-art-pende-mbangu-sickness-171707682, de onde foi retirado o presente texto.
  • Mestre Vitalino (1909-1963). FAMÍLIA DE RETIRANTES. Escultura em barro cozido. 30 (b) x 19 (h) x 8 (p) cm. Assinada no fundo. Em perfeito estado de conservação. Raridade.
  • Costa do Marfim, Africa, século XX. Excepcional máscara africana da etnia Baule construída em madeira e montada sobre haste de ferro. Altura do conjunto = 64 cm. Raridade.
  • Mario Navarro da Costa (1883-1931). PAISAGEM COM BARCO. 1914. Óleo sobre tela. 45 x 63,5 cm (mi). Assinado e datado no cie. Adquirido no Escritório de Arte Dagmar Saboya.
  • Émile Coriolan Hippolyte Guillemin (França, 1841-1907). CAVALEIRO ÁRABE. Escultura em petit bronze ou régula (ou similar) patinada. Excepcional, grande e pesadíssima escultura ricamente cinzelada sobre base oval. Assinada. Marca de fundição não localizada. 77 x 55 x 25 cm. Peso estimado: 30 kg. Raridade. Sobre o artista:  Foi aluno do pai, o escultor Emile Marie Auguste Guillemin, e de Jules Salmson (1823-1902). Praticou sobretudo o gênero heróico ou exótico, trazendo ao limite em seus bronzes um realismo dotado de extrema qualidade de execução. Devem-se a ele figuras e grupos escultóricos de heróis bíblicos, soldados, conquistadores e principalmente de personagens orientais, por vezes em tamanho maior que o natural, além de uma série de bustos em bronze. No salão francês, onde expôs desde 1870, recebeu a menção honrosa em 1897. Registre-se, enfim, um Cavaleiro Árabe do qual são conhecidas duas versões, de 66 e de 80 cm de altura  como esta, aqui oferecida. A obra por vezes traz as assinaturas de Guillemin e de Barye fils, que parecem tê-la realizado em colaboração. Sua obra alcança hoje alta cotação internacional.
  • Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque Melo, dito Di Cavalcanti (1897-1976). CASAL. Década de 1930, C. Nanquim e guache sobre cartão. 31 x 21 cm (mi); 51 x 41 cm (me).  Assinado no cid. Ricamente emoldurado. Proteção de vidro. Pequenina perda na moldura.
  • Mary Gregory (Estados Unidos, 1856-1908). Graciosíssimo e raro vaso artístico em vidro verde, feitio soprado,  facetado em torceil de excelente qualidade, decorado com linda borda tiotada e belíssima pintura esmaltada representando menino soltando bolas de sabão . Altura = 23 cm. Perfeito estado de conservação .
  • José Marcionilio Pereira Filho, dito Nilo. Artista ativo em Juazeiro do Norte/CE. PENITENTE. 2018. Escultura em madeira policromada. Altura = 30 cm. Assinado sob a base. A obra remete à tradição dos Penitentes, fiéis que se reúnem em irmandades e durante a Semana Santa, totalmente encapuzados e escondendo sua identidade, saem às ruas de algumas cidades do Nordeste do Brasil para rezar pelos enfermos e mortos, entoar cânticos e encomendar almas.
  • Zé do Carmo (Goiana/PE, 1933-2019). HOMEM DE CHAPÉU CARREGANDO TROUXA. Escultura em barro cozido. Altura = 38 cm. Falta parte da mão.
  • João Batista de Paula Fonseca Junior (1917-?). IGREJA DE SANTO ANTONIO, TERESÓPOLIS. 1971. Óleo sobre tela. 55 x 46 cm (mi); 61 x 54 cm (me). Aassinado e datado no cid. Assinado, datado e localizado no verso. Em perfeito estado de conservação.
  • Oratório de alcova. Brasil, século XX. Madeira recortada (possivelmente jacarandá), sem policromia. Porta e duas laterais com vidros bisotados, perfeitos. Colunas laterais. Interior forrado em tecido vermelho. Falta a chave. Medidas: 60 cm (h); 46 cm (b); 29 cm (p). Em ótimo estado de conservação.
  • Nordeste, século XIX-XX. Oratório popular em madeira maciça encimado por frontão triangular em cujo tímpano está entalhada uma cruz. Duas portas ornamentadas com almofadas quadradas com os vértices na vertical, como losangos, típico do Nordeste do Brasil. Medidas: 38 cm (b); 64 cm (h); 20 cm (p). O fecho aparenta se ressentir de um pedaço.
  • Joaquim de Tracunhaém (Tracunhaém/PE). SAGRADA FAMÍLIA. 2007 C. Escultura popular sacra em barro cozido. Altura = 51 cm. Assinada Joaquim THM PE. Algumas perdas significativas (asas do anjo, mão da santa, base da árvore). Não recomendamos o envio pelos Correios.
  • Sonia von Brusky (1941). SÓ. 1975. Litografia sobre papel. Tiragem 56/100. 51 x 73 cm. Assinada no cid. Acompanha album com texto de Adonias Filho e capa em cânhamo com impressão serigráfica assinada pela artista. Alguns amassados e pequenino furo de inseto na gravura. Raridade.
  • Artur Barrio (Portugal, 1945). O VOYEUR. Sem data. Aguada de nanquim. 21,5 x 31,5 cm (mi); 37 x 46 cm (me). Assinado A. A. Barrio (cid). Titulado (cie). Emoldurado com proteção de vidro. Montagem moderna, de fácil desmontagem.
  • Helios Seelinger (Rio de Janeiro, 1878 - 1965). CARAVELA. Óleo sobre cartão. 29 x 23 cm (mi); 54 x 48 cm (me). Assinado no cid. Moldura nova com proteção de vidro. "Coalhei os mares com esses velhos barcos portugueses. Os meus estaleiros não paravam. Não houve sala de português inteligente e patriota que não tivesse ao menos um desses navios pendurados na parede". (in Teixeira Leite, José Roberto, Dicionário Crítico da Pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Artlivre, 1988, página 467).

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