Peças para o próximo leilão

80 Itens encontrados

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  • Charles-Albert Waltner (França, 1846-1925). RETRATO DE REMBRANDT. 1906. Gravura em metal. 17 x 14 cm (mancha); 47 x 43 cm (quadro). Assinado no centro, inferior: Waltner, d´après Rdt 06. Em bom estado geral de conservação. Raridade.
  • Nigeria, Africa, século XX. Belíssima e imponente máscara-elmo da etnia Igbo. Madeira entalhada e patinada. Altura = 40 cm. Esta antiga e tradicional máscara-elmo representa os ideais de juventude e beleza entre os povos Igbo do sudeste nigeriano. São usadas em danças por homens jovens em vestimentas muito coloridas durante os festivais de colheita e nas cerimônias em homenagem aos seus ancestrais.
  • Eduardo de Martino (1838-1912). EMBARCAÇÕES EM DIA NUBLADO. 1891 (?). Guache sobre cartão. 18 x 23 cm (mi); 36 x 44 cm (me). Assinado e datado (cid). Emolduramento moderno, de fácil desmontagem.
  • Nigeria, Africa, século XX. Capacete ou Máscara zoomórfica (em forma de búfalo) do povo Mumuye. Madeira recortada e patinada. Comprimento = 41 cm. Entre os Mumuye e seus vizinhos no Rio Benué no Nordeste da Nigéria (Yakoko, Jompre e outros), estas máscaras só são vestidas pelos anciãos da tribo, que a portam sobre a cabeça.
  • Assinatura não identificada. BAILARINA. 2016 (?). Grafite e giz de cera sobre papel pardo. 21 x 30 cm. Sem moldura. Assinado e datado (cie). Desenho de excepcional execução, à maneira expressionista, de traços ligeiros e precisos, de mão senhora de amplo domínio técnico e compositivo.
  • Costa do Marfim, Africa, século XX. Máscara em madeira da etnia Yaoure. Altura = 35 cm. Homem com chifre de carneiro. Uma máscara em madeira de uma figura masculina com a face alongada e testa proeminente. Nariz longo e olhos semiabertos. Boca pequena. Um arco formado por triângulos - outrora possivelmente pigmentados - emoldura a face. Traz uma pequena barba e escarificações entre os olhos. Dois grandes chifres de carneiro surgem da testa. Sobre o significado da máscara: As máscaras dos povos Yaoure representam faces humanas frequentemente acrescidas de atributos animais. As máscaras são consideradas símbolo dos espíritos yu, que são muito perigosos: devem ser manipuladas com extremo cuidado. Através da dança, elas restauram o equilíbrio social da comunidade e acompanham o falecido junto ao reino dos ancestrais. Elas são usadas principalmente em duas ocasiões: durante a celebração je e durante a cerimônia lo. A primeira purifica a vila após uma morte e ajuda a alma do falecido em sua jornada por um local final de descanso. As máscaras pintadas são geralmente usadas pelos dançarinos durante esta cerimônia. Já na cerimônia fúnebre lo aparecem as máscaras revestidas com pigmentos escuros. As mulheres não participam das cerimônias fúnebres, nem ao menos podem olhar na direção das máscaras, pelo receio de que este encontro com a morte pode prejudicar sua fertilidade. Antes de terem início os rituais de purificação da vila relacionados à morte, portanto, as mulheres devem ser confinadas em suas casas. Com o auxílio destas máscaras, os Yaoure esperam obter influência sobre os poderes sobrenaturais, os espíritos yu, que podem tanto prejudicar os humanos como proporcionar-lhes o bem-estar.
  • Brasil, século XIX. SÃO JOÃO BATISTA. Escultura sacra em madeira policromada, olhos possivelmente de vidro. Apresenta-se o santo acompanhado do Agnes Dei - o cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo -, um de seus atributos, bem como de uma cruz em madeira, na ausência do provável estandarte ECCE HOMO que devia trazer à mão esquerda e falta. Acompanha ainda belo resplendor em prata.
  • Edouard-Jean-Marie Hostein (França, 1804-1889). PAYSAGE AVEC VOILIERS, ANIMAUX, PERSONNAGES ET CABANE EN ARRIÈRE-PLAN. Óleo sobre tela. 35 x 55 cm (mi). 50 x 71 cm (me). Assinado no cie. Ricamente emoldurado. No verso, sob luz negra, enxerga-se o número 18. Artista citado no Benezit.
  • George Hann (Inglaterra, 1900-1979). ANCORADOURO. Óleo sobre eucatex. 41 x 61 cm (mi); 54 x 75 cm (me). Assinado George Hann (cid). Moldura possivelmente original, com algumas perdas. George Hann foi um pintor inglês do século XX. Seu estilo impressionista foi fortemente influenciado por seus contemporâneos franceses. O artista manteve estúdios tanto em Brighton como em Chelsea, porém viajou por toda a França, onde pintou incansavelmente. Passou grande parte de sua vida nesse trajeto, capturando principalmente cenas da vida local. (fonte: www.askart.com).
  • Artista não identificado. SEM TÍTULO. Assemblage em madeira. Altura = 45,5 cm; comprimento = 50,5 cm; largura = 13 cm.
  • Luiz de Tracunhaém. Tracunhaém/PE, século XX. NOSSA SENHORA REZANDO. Escultura em barro cozido. Altura = 36 cm. Assinada e localizada.
  • Taller Guayasamin (Equador, século XX). Travessa em metal dourado (latão) com detalhes em relevo. 21 x 12 cm. O pintor, escultor e muralista Oswaldo Guayasamin (1919-1999) é considerado o maior artista moderno do Equador e um dos maiores do continente sulamericano. Sua pintura alcança altas cotações e está representada em diversas coleções internacionais. Raridade.
  • República do Mali, Africa, século XX. Excepcional par de máscaras-antílope tyi wara da etnia Bambara. Alturas = 85 cm, o macho, e 78 cm, a fêmea com o filhote. Estas máscaras-esculturas são usadas em danças para invocar o deus da colheita Tyi wara kun nas comunidades tribais da cultura Bambara, da região de Ségou, na República do Mali. A parte em madeira - como vista aqui - vai sobre a cabeça do dançarino e o resto do corpo permanece invisível, todo coberto por uma veste de folhagem seca.
  • Royal Copenhagen, Dinamarca. Gracioso vaso em porcelana da tradicionalíssima fabricante dinamarquesa, produzido entre 1889 e 1922. Altura = 16 cm. Diâmetro = 8 cm. Marca no fundo. Em perfeito estado de conservação.
  • China, século XX (?). Curiosa estatueta em cerâmica policromada de homem chinês representado de braço estendido e junto a uma moringa. Medidas: 20 x 19 cm.
  • Brasil, primeiro quartel do século XX. Belíssimo oratório eclético de alcova produzido em madeira nobre (peroba do campo?) encimado por cruz e ladeado por pináculos cheios de volutas. Porta e laterais em vidro. Fecho em trinco. Medidas: 37 (b) x 92 (h) x 27 (p) cm. Em ótimo estado de conservação. Acompanha graciosamente imagem sacra de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, executado possivelmente em cimento, medindo de altura 45 cm.
  • Vilmar Madruga. NATUREZA MORTA. 1987. Óleo sobre tela. Assinado e datado no cie. 50 x 60 cm (mi); 60 x 71 cm (me). Cachet de Carafizi Galeria de Arte, São Paulo/SP.
  • Cultura Guro, Costa do Marfim, Africa, século XX. Belíssima máscara em madeira entalhada e policromada. Altura = 64 cm.
  • Thun, Czechoslovakia, meados do século XX. Imponente travessa oval em fina porcelana no tom marfim. Borda ricamente decorada com largas faixa no tom amarelo e guiralndas multicoloridas. Levemente recortada. Alças internas laterais em relevo. Filetada a ouro. 39 x 29 cm. Em ótimo estado de conservação, dada a provável idade. Marca no fundo.
  • Angelo Hecq (Bélgica, 1901-1991). COUPLE DANSANT (CASAL DANÇANDO). 1930 C. Belíssima escultura art déco em faiança craquelada branca. Altura = 39 cm. Assinada ANGELO e numerada, ambos em crivo. Sobre o artista: escultor, gravador de medalhas, arquiteto e ceramista, Angelo Hecq criou sobretudo retratos e bustos em terracota. Sua obra pode ser classificada como cubista. Realizou projetos nos ateliês La Ceramique Montoise, Boch Frères Keramis e Editions Nerva, de Bruxelas. Assina suas esculturas e cerâmicas Angelo ou Angelo Hecq. Foi professor de escultura em seu país. Projetou o Monumento aos Mortos das Duas Guerras na cidade belga de Andenne. Trabalhou com Charles Catteau (1880-1966) na Boch, em La Louvière, e frequentou o ateliê de Roger Guérin de 1930 a 1935.

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